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Ginecologia

Especialidade da medicina voltada para a prevenção e tratamento de doenças no sistema reprodutor feminino (útero, vagina, ovários e trompas). Lida também com questões relativas à sexualidade, bem como puberdade, ciclo menstrual, gravidez e menopausa. O atendimento profissional de ginecologia também é capaz de diagnosticar outras doenças, provenientes de órgãos como o aparelho digestivo, o coração, os ossos.

Para um acompanhamento eficaz, é fundamental que a mulher desenvolva confiança e uma boa comunicação com o seu ginecologista, para facilitar a solução de dúvidas e a precisão dos diagnósticos. Agende uma consulta com um ginecologista pelo menos uma vez ao ano e faça os exames de rotina. Previna-se!


Métodos Contraceptivos
Hoje em dia existem muitos métodos contraceptivos disponíveis para mulheres e homens.

Preservativo
É o método que evita não só a gravidez, mas também algumas doenças sexualmente transmissíveis. Existem dois tipos de camisinha, a feminina e a masculina. É um método altamente eficaz, uma vez que tem uma taxa de 90 a 95 % de eficácia na transmissão de doenças e gestação.



DIU e SIUO DIU é um dispositivo de cobre que deve ser inserido dentro do útero por um ginecologista, esse dispositivo tem em média uma duração de 10 anos. O SIU é um implante hormonal, que vai liberando a medicação constantemente, sua durabilidade é de aproximadamente 5 anos.



Injeções anticoncepcionais
A injeção pode ser aplicada mensalmente ou a cada 3 meses. O retorno à fertilidade ocorre lentamente após o término da última injeção, cerca de nove meses depois.



Anel vaginal
É um método contraceptivo, onde um anel de superfície lisa é introduzido na vagina pela própria paciente, no quinto dia da menstruação. O anel permanece lá por três semanas, e depois deve ser retirado, e deve ser feita uma pausa de sete dias.



Coito interrompido
O coito interrompido é quando o homem está prestes a ejacular, mas retira o pênis da vagina, para que possa ejacular fora. Além do alto índice de falha, por conter espermatozóides vivos no fluido pré-ejaculatório, o método acaba trazendo um desgaste emocional para o casal.




Ligadura das trompas
É um método no qual as trompas são ligadas e cortadas, com a finalidade de que o espermatozóide não encontre o óvulo.



Diafragma
É um anel flexível que deve ser introduzido no útero de 15 a 30 minutos antes da relação e retirado 12 horas após a relação

 


Vasectomia
É a ligadura dos canais deferentes no homem. Após a vasectomia a ejaculação será normal, mas sem a presença de espermatozóides.


Implante anticoncepcionalSão hastes flexíveis de aproximadamente 4 cm de comprimento. Esse implante é colocado em baixo da pele e a fertilidade ocorre assim que o implante é retirado.



Adesivo ou patch
É um método contraceptivo que deve ser colado à pele e trocado uma vez por semana, por três semanas consecutivas, depois é preciso fazer pausa de sete dias e reiniciar.


Pílulas anticoncepcionais
Devem ser tomadas a partir do primeiro dia do ciclo na primeira cartela, por geralmente 21 dias, com pausa de sete dias e reinício imediato.


Abstinência sexual
É um método contraceptivo natural, periódico ou total, sendo que no periódico o casal opta por não ter relações sexuais no período fértil, portanto esse método é associado à tabelinha.
Todo e qualquer método deve ser escolhido junto com seu ginecologista. O sexo é uma parte importante para homens e mulheres. Por isso a escolha do método anticoncepcional é tão importante para o casal. Essa escolha deve trazer tranquilidade para o casal. Lembrando sempre que o único método que evita gravidez e doenças sexualmente transmissíveis é a camisinha.


HPV ou  papilomavírus humano é um vírus da família papillomaviridae.

O  HPV pode se dividir em dois subgrupos: de alto risco e de baixo risco. Sendo que os de baixo risco são responsáveis pelas verrugas genitais e os de alto risco podem ser responsáveis pelo câncer de colo.

O HPV possui predileção por pele ou mucosa e pode provocar, na região infectada, alterações localizadas que resultam no aparecimento de lesões decorrentes do crescimento celular. Existem mais de 200 subtipos de HPV até o momento já foram identificados, mais de 35 podem infectar a região anal genital feminina e masculina.

A infecção pelo HPV acomete homens e mulheres na mesma proporção. O sintoma mais comum de infecção pelo HPV é a presença de verrugas em homens e mulheres, mas ainda pode haver algum outro tipo de lesão, por isso a necessidade de se realizar o exame complementar, a colposcopia na mulher e a peniscopia no homem, para detectar lesões que não podem ser observadas a olho nu.

Existem três formas de infecção do HPV:
- Clínica: onde existe contaminação por HPV com uma lesão visível a olho nu;
- Subclínica: onde existe infecção pelo HPV com uma lesão que não é visível a olho nu, ela é  apenas detectada através do exame de colposcopia na mulher, ou no homem através do exame de peniscopia;
- Forma  latente: onde existe infecção, mas não existe lesão.

Aproximadamente 65% das pessoas que se contaminam com HPV eliminam espontaneamente o vírus, e este fato está intimamente relacionado à imunidade de cada um. Portanto o HPV necessita de uma imunidade diminuída, principalmente em situações de stress, para que ele possa se manifestar.

A infecção pelo HPV ocorre na pele e na mucosa preferencialmente, podendo ser encontrado em sua forma clínica nos genitais masculinos, no pênis, na bolsa escrotal no períneo e ânus. Na mulher ocorre no órgão feminino, seja na vulva, vagina, colo do útero, uretra e região anal. Outros locais comumente encontrados são orofaringe, árvore respiratória e esôfago. Cada tipo viral apresenta predileção por um determinado local.

O câncer do colo do útero é a segunda neoplasia mais comum em todo o mundo. Hoje em dia a arma mais importante que temos contra o HPV, além da prevenção, é a vacina, pois a mesma tem a capacidade de gerar no organismo uma reação cruzada, fazendo com que nosso organismo crie anticorpos contra os subtipos do HPV que não estão na vacina. HPV é assunto sério. Temos métodos de diagnóstico, prevenção e tratamento, para que possamos vencer esse vírus.





Colposcopia e Vulvoscopia 
A colposcopia e a vulvoscopia , surgiram no início  do século XX, quando começou-se a estudar o papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV. Desde então tem se difundido muito esses exames, cuja finalidade seria detectar lesões de colo, vagina, vulva e até mesmo ânus, através da anuscopia. 
As principais doenças que podem ser facilmente diagnosticadas através desses exames, são: líquen escleroso, molusco contagioso, as lesões por HPV,  as neoplasias intraepitelias cervicais, vaginais e vulvares (NIC ,NIVA, NIV), e as lesões invasivas. 

Esses exames ganharam maior notoriedade, em meados dos anos 70, quando conseguiu-se correlacionar o HPV com a gênese do câncer de colo . A partir daí, observou-se que a colposcopia poderia ser importantíssima para detecção de lesões subclínicas , ou seja, aquelas que não podem ser detectadas a olho nu, pelo médico. 
Estima-se que 10 a 20% da população adulta  sexualmente ativa , tenha infecção pelo HPV. Os jovens representam o maior grupo de infectados, chegando a taxas de 46 % , em mulheres entre 20 e 30 anos , com pico de incidência entre 20 e 24 anos, tanto na população feminina, quanto masculina. 

Por se tratar de uma doença de alto impacto epidemiológico, devemos associar esses exames, com a biologia molecular e o Papanicolau . Entre esses exames de biologia molecular, o mais utilizado, é a captura híbrida, única forma de diagnosticar a presença do HPV, e além disso, determinar se pertence ao grupo de alto ou baixo risco. Salientamos ainda a importância da vacina profilática  contra o HPV. Dispondo de todos esses métodos, estamos fazendo um trabalho abrangente e moderno no combate ao HPV, pensando  sempre no bem estar da paciente. 

O laser do desejo
Médicos brasileiros começam a usar aparelho que promete melhorar a libido feminina.
Uma nova estratégia para aumentar o desejo feminino começa a ser usada no Brasil. Trata-se do laser Fotona, aparelho também conhecido por seu uso na estética contra as marcas do envelhecimento. A falta de libido é uma das principais queixas femininas em relação à vida sexual. De acordo com estudo da Universidade de São Paulo, uma em cada quatro brasileiras afirma que seu desejo não é tão forte quanto gostaria ou relata dificuldades para chegar ao orgasmo.

Efeito
As aplicações promovem mudanças no tecido vaginal.

O Fotona integra a categoria dos lasers não ablativos. Ou seja, não queimam. Os médicos que o utilizam afirmam que ele melhora a libido por um mecanismo indireto. Sua aplicação trataria, na verdade, a atrofia da parede vaginal – problema apresentado especialmente por mulheres na pós-menopausa. A condição causa dor durante a relação sexual, fator que pode levar à redução do desejo.

Aplicado dentro da mucosa vaginal por meio de uma ponteira específica, o Fotona, segundo os especialistas, promove o intumescimento do tecido da região com aumento da vascularização. “Com isso, há maior produção de colágeno”, explica o ginecologista José Bento, de São Paulo. O colágeno é a proteína que dá sustentação à pele. O processo resultaria em alguns benefícios. “O estreitamento vaginal obtido pela produção de colágeno é capaz de permitir um contato mais íntimo durante a relação sexual e, por consequência, uma melhora tátil”, diz o ginecologista Tomioka. Além disso, os médicos garantem ocorrer um aumento na lubrificação, outro fator que facilita o sexo. As aplicações são feitas em consultório. Em geral, são necessárias de uma a três sessões, dependendo das condições da paciente.

Além da atrofia vaginal, o Fotona está sendo usado no tratamento do ressecamento vaginal e da incontinência urinária, condições que costumam aparecer com maior frequência após a menopausa. Na opinião dos especialistas, uma de suas vantagens reside no fato de ser uma opção pouca invasiva, permitindo que a mulher retorne às suas atividades em seguida à aplicação.


Médica Responsável:
Dra. Renata Loreto - Ginecologista



- Drª Renata de Loreto Ribeiro do Val Moedim;
- Formada em Medicina pela Universidade de Mogi das Cruzes em 2000;
- Residência médica de 2001 a 2003 no Hospital do Servidor Público Estadual em Ginecologia e Obstetrícia;
- Especialização em Oncologia Pélvica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em 2004 e 2005;
- Título de especialista em Ginecologia e Obstetricia em 2002 pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetricia;
- Especialista em HPV em 2004;
- Médica ginecologista e obstetra e colposcopista da Clínica Dr. José Bento.